[…] o que mais angustiante do que nascer? […] Aí está, nascemos na angústia, morremos na angústia. Que seria do homem sem a angústia? A arte sem a angústia? O pensamento sem a angústia? Depois, a vida é pegar ou largar, e é disso também que a angústia, dolorosamente, nos lembra. Não há vida sem risco, não há vida sem sofrimento […] *A angústia marca nossa impotência*.
André Comte-Sponville – Bom dia, Angústia (Martins Fontes)

